Em ano de campeonato mundial de futebol, especialistas explicam por que os princípios da nutrição esportiva podem ajudar pessoas comuns a terem mais disposição, equilíbrio e qualidade de vida.
A carne vermelha é frequentemente apontada como vilã do ganho de peso. Mas o que os estudos dizem, de fato, sobre essa relação? A resposta depende do tipo de carne, da quantidade e do contexto alimentar.
Quem tem hipertensão costuma ouvir que carne vermelha é proibida. Mas a ciência distingue entre carne fresca e processada — e essa diferença muda completamente a resposta.
A ideia de que comer carne leva ao infarto virou senso comum. Mas o que a ciência diz sobre essa relação? A resposta exige ir além dos títulos de manchete.
Mais do que ausência de doenças, saúde envolve equilíbrio físico, mental e nutricional.
Sabe qual é a relação da carne vermelha com o trabalho em salões de cabeleireiro? Ambos são classificados como provavelmente carcinogênicos. Saiba mais sobre o mito por trás da associação da carne com o câncer.
Ao longo das últimas décadas, mudanças na ciência da nutrição, no acesso aos alimentos e nas preocupações ambientais ajudaram a construir diferentes narrativas sobre o consumo de carne — muitas vezes simplificadas no debate público.
Estudos científicos indicam que o risco cardiovascular está mais relacionado à combinação do padrão alimentar e estilo de vida do que ao consumo isolado de carne vermelha, especialmente quando se diferencia produtos in natura dos ultraprocessados.
Entenda como práticas adequadas de bem-estar também preservam atributos essenciais da carne, como textura, suculência, cor e sabor.