Animais Nelore mais eficientes podem consumir até 31,8% menos alimento no confinamento sem comprometer o ganho de peso, mostra estudo da Universidade Federal de Uberlândia
Metas ambientais e produção precisam estar alinhadas para que o país negocie com o mundo. Leis em exercício e em tramitação prometem perpetuar essa sinergia.
União Europeia, Estados Unidos e Codex Alimentarius têm abordagens diferentes, mas partem do mesmo princípio: rastrear antes de nutrir
Nem toda carne precisa de tabela nutricional ou alerta “alto em gordura”. No Brasil, a rotulagem distingue alimentos in natura de produtos processados.
Entenda como clima, tecnologia e gestão de pessoas estão transformando o setor — e por que o fator humano é decisivo nesta equação
Levantamento com 2.777 animais mostra que, aliado a um protocolo de bem-estar nutricional, o produto incrementou 7,26 kg de carcaça por animal, em 110 dias de cocho.
As salvaguardas europeias e chinesas impõem desafios adicionais ao mercado brasileiro, mas não de maneira irreversível. Algumas peças podem ser mexidas no tabuleiro para colocar o país em uma posição mais confortável.
Pecuária regenerativa, nutrição de precisão e outras práticas internacionalmente aceitas são algumas das estratégias para ganhos de eficiência e produtividade.
Medida simples, que reduz a exposição dos bovinos a estresse térmico em até 85%, reduz necessidade de consumo de água, e permite que energia seja direcionada à ganho de peso.
Com a abertura de mercado e a doação de sementes ao país caribenho, o Brasil reforça sua força comercial e compartilha sua expertise histórica em segurança alimentar.
Ajustes finos na dieta dos animais podem ajudar na engorda, além de reduzir o desperdício de insumos e tornar as emissões de gases do efeito estufa menores.
Produtividade, sustentabilidade e inovação formam o modelo que permite ao País disputar os mercados premium globais.