Geopolítica, mudanças regulatórias e tendências de comportamento do consumidor alteram a dinâmica do mercado da pecuária global.
Metas ambientais e produção precisam estar alinhadas para que o país negocie com o mundo. Leis em exercício e em tramitação prometem perpetuar essa sinergia.
As salvaguardas europeias e chinesas impõem desafios adicionais ao mercado brasileiro, mas não de maneira irreversível. Algumas peças podem ser mexidas no tabuleiro para colocar o país em uma posição mais confortável.
Com a abertura de mercado e a doação de sementes ao país caribenho, o Brasil reforça sua força comercial e compartilha sua expertise histórica em segurança alimentar.
Produtividade, sustentabilidade e inovação formam o modelo que permite ao País disputar os mercados premium globais.
Proteções previstas no texto europeu podem limitar ganhos previstos e pressionar exportações de carne bovina nos primeiros anos de vigência.
Estudos apontam que o poder aquisitivo dos indonésios está crescendo; com isso, o consumo de proteína importada deverá crescer expressivamente nos próximos anos. O Brasil já está preparado para lidar com a demanda.
Um dos mercados mais rigorosos para carne bovina, o Japão passa a considerar o Brasil como possível fornecedor. Além do potencial comercial, o movimento consolida o posicionamento da carne brasileira no mercado externo.